A bagaceira : romance / José Américo de Almeida. -
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TextoSérie: (Coleçao Sagarana ; v. 37)Detalhes da publicação: Rio de Janeiro : J. Olympio, 1995.-Edição: 30. ed. -Descrição: lxiii, 153 p.: il. -ISBN: - 9788503002318
- 869.3 A447b
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Livros
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Biblioteca Clarice Lispector- IFPE Campus Paulista Literatura | Ficção | 869.3 A447b (Percorrer estante(Abre abaixo)) | 1 | Disponível | 8564206155 |
Considerado o marco inicial da segunda fase do Modernismo brasileiro, A bagaceira inaugura o ciclo do “romance nordestino” dos anos 1930. A história se passa entre 1898 e 1915, os dois períodos de seca. O enredo central gira em torno do triângulo amoroso entre Soledade, Lúcio e Dagoberto. Soledade, menina sertaneja, retirante da seca, chega ao engenho de Dagoberto, pai de Lúcio, acompanhada de vários retirantes: Valentim, seu pai, Pirunga, seu irmão de criação, e outros que fugiam da seca. Lúcio e Soledade acabam se apaixonando. Mas a relação entre os dois ganha ares dramáticos quando Dagoberto violenta Soledade e faz dela sua amante. A tragédia de amor serve ao autor, político paraibano, puramente como pretexto para denunciar os problemas sociais econômicos do Nordeste, os dramas dos retirantes das secas e da exploração do homem em um injusto sistema social. Explorando os mesmos temas, o baiano Jorge Amado, a cearense Rachel de Queiroz, o alagoano Graciliano Ramos e o também paraibano José Lins do Rego desenvolveram a mesma literatura ficcional crítica e revolucionária.
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