A mulher que amou demais / Myrna, Nelson Rodrigues ; prefácio de Moacyr Scliar.-
Tipo de material:
TextoSérie: (Coleção Baú de Nelson Rodrigues, sob o pseudônimo de Myrna ; 2)Detalhes da publicação: São Paulo: Companhia das Letras, 2003.-Edição: 1. edDescrição: 181 pISBN: - 9788535904147
- 869.3 R696m
| Imagem da capa do livro | Tipo de exemplar | Biblioteca atual | Biblioteca de Origem | Coleção | Localização na estante | Número de chamada | Materiais especificados | Informação do volume | URL | Número do exemplar | Situação | Notas | Devolver até | Código de barras | Reservas do exemplar | Prioridade de reserva do exemplar | Reservas de curso | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Livros
|
Biblioteca Clarice Lispector- IFPE Campus Paulista Literatura | Ficção | 869.3 R696m (Percorrer estante(Abre abaixo)) | 1 | Disponível | 8564201535 |
Pode a mulher tornar-se dona de si ou ela está irremediavelmente presa a impulsos e inclinações devastadores? O amor é uma escolha ou um abalo, quase uma doença que acomete as mulheres quando elas menos esperam? Essas são algumas das questões que, camuflado sob o pseudônimo de Myrna, Nelson Rodrigues exercita em 'A Mulher que Amou Demais'. O título traz, em si, uma redundância, já que para Nelson o amor feminino nada mais pode ser que excesso e desgraça. Instala-se no corpo, como uma possessão, e corrói lentamente, destruindo a vontade e seu próprio reverso - o amor próprio. Contra ele, uma mulher nada pode fazer. Se é amor, Myrna pensa, é inexorável ou será apenas a traição do amor. Com Myrna, Nelson Rodrigues expõe sua visão fatalista da mulher como um ser à beira do abismo.
Não há comentários sobre este título.