IFPE

Sistema Integrado de Bibliotecas do IFPE

Imagem de capa local
Imagem de capa local
Imagem de capa da Amazon
Imagem da Amazon.com

Últimos poemas: o mar e os sinos / Pablo Neruda; tradução de Luiz de Miranda.-

Por: Colaborador(es): Tipo de material: TextoSérie: (Coleção L&PM Pocket)Detalhes da publicação: Porto Alegre: L&PM, 1999.-Edição: 1. edDescrição: 70 pISBN:
  • 9788525407016
Assunto(s): Classificação Decimal de Dewey:
  • 861 N443u
Resumo: Intimamente o poeta conversa com o mar e suas diferentes formas. O sino ainda quer cantar. O peso dos anos e a doença aproximam-no da melancolia. A morte transparece e está presente. Mas Neruda reafirma a fé na palavra, sua ferramenta, memória, esperança. Este livro, o último escrito pelo poeta, foi concluído em seu leito de morte, em setembro de 1973. A grande voz de Neruda se levanta pela última vez, cheia de nostalgia e melancolia, mas como querendo condensar nestes últimos poemas o sentido de toda a sua obra. Na sua leitura, poderíamos dizer, como o poeta à sua amada Matilde: "Foi tão belo viver enquanto vivias".
Tags desta biblioteca: Sem tags desta biblioteca para este título. Faça o login para adicionar tags.
Classificação por estrelas
    Avaliação média: 0.0 (0 votos)
Exemplares
Imagem da capa do livro Tipo de exemplar Biblioteca atual Biblioteca de Origem Coleção Localização na estante Número de chamada Materiais especificados Informação do volume URL Número do exemplar Situação Notas Devolver até Código de barras Reservas do exemplar Prioridade de reserva do exemplar Reservas de curso
Livros Biblioteca Clarice Lispector- IFPE Campus Paulista Literatura Ficção 861 N443u (Percorrer estante(Abre abaixo)) 1 Disponível 8564199143
Total de reservas: 0

Intimamente o poeta conversa com o mar e suas diferentes formas. O sino ainda quer cantar. O peso dos anos e a doença aproximam-no da melancolia. A morte transparece e está presente. Mas Neruda reafirma a fé na palavra, sua ferramenta, memória, esperança. Este livro, o último escrito pelo poeta, foi concluído em seu leito de morte, em setembro de 1973. A grande voz de Neruda se levanta pela última vez, cheia de nostalgia e melancolia, mas como querendo condensar nestes últimos poemas o sentido de toda a sua obra. Na sua leitura, poderíamos dizer, como o poeta à sua amada Matilde: "Foi tão belo viver enquanto vivias".

Não há comentários sobre este título.

para postar um comentário.

Clique em uma imagem para visualizá-la no image viewer

Imagem de capa local
Compartilhar