A menina que roubava livros / Markus Zusak ; tradução de Vera Ribeiro. -
Tipo de material:
TextoIdioma: Português Idioma original: Inglês Detalhes da publicação: Rio de Janeiro : Intrínseca, 2007.-Descrição: 480 p. : ilISBN: - 9788598078175
- 823 Z96m
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Biblioteca – Campus Pesqueira Literatura | 823 Z96m (Percorrer estante(Abre abaixo)) | ex.1 | Disponível | 8564191794 | |||||||||||||
Livros
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Biblioteca Alcides do Nascimento Lins - IFPE Campus Cabo de Santo Agostinho Literatura | Ficção | 823 Z96m (Percorrer estante(Abre abaixo)) | ex. 1 | Emprestado | 05/08/2026 | 8564270204 | |||||||||||
Livros
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Biblioteca Alcides do Nascimento Lins - IFPE Campus Cabo de Santo Agostinho Literatura | Ficção | 823 Z96m (Percorrer estante(Abre abaixo)) | ex. 2 | Emprestado | 05/08/2026 | 8564270205 | |||||||||||
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Biblioteca Clarice Lispector- IFPE Campus Paulista Literatura | Ficção | 823 Z96m (Percorrer estante(Abre abaixo)) | ex.1 | Disponível | 8564252765 |
Título original : The book thief
Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em 'A Menina que Roubava Livros', livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do 'The New York Times'.
Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, 'O Manual do Coveiro'. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.
E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar.
Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.
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