O alienista / Machado de Assis. -
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TextoIdioma: Português Idioma original: Português Série: (Bom livro) | Bom livro (Ática)Detalhes da publicação: São Paulo : Ática, 1991.Descrição: 55p. : il. ; 21cm. -ISBN: - 8508028474
- 869.3 A848a
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Livros
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Biblioteca Luiz Gonzaga – Campus Garanhuns Literatura | Ficção | 869.3 A848a (Percorrer estante(Abre abaixo)) | ex. 1 | Disponível | 8564265682 |
"Texto integral."
Conteúdo parcial: Machado de Assis: um mundo que se mostra por dentro e se esconde por fora / Carlos Faraco.
"O Alienista" é uma das obras mais conhecidas de Machado de Assis. Considerada ora conto ora novela, seu destaque fica por conta do humor mordaz apresentado através de uma bem azeitada crítica sócio-política além da caprichada análise de personagens. Lançado em livro 1882, o texto faz parte do livro "Papéis Avulsos", porém, no ano anterior ele já fora lançado em folhetins na revista "Estação". Hoje em dia, por conta de seu sucesso e importância, é frequentemente encontrado em edição avulsa. Sua história remonta ao Brasil Colonial. Em Itaguaí, uma pequena cidade do interior do Rio de Janeiro, Simão Bacamarte, um alienista ou psiquiatra, resolve traçar a fronteira entre o normal e o anormal na mente humana. Fundador do hospício "Casa Verde", pretende abastecê-lo de cobaias que julgue dignas de tomar parte de sua pesquisa. Portanto, a meia dúzia de loucos, reúne uma horda que vai desde o vaidoso e o bajulador até a supersticiosa e a indecisa. Está armada a confusão e muita água vai passar por debaixo da ponte antes da cidade "voltar a ordem". Nesse conto, Machado desmistifica o erudito, chama a atenção para a "relatividade" da ciência e ele mal poderia imaginar a dimensão que essa palavra alcançaria no século XX, a medida que na ocasião, Einstein ainda usava fraldas... Revela também, uma visão sarcástica contra a mentalidade cientificista vigente, norteada pelo Naturalismo, de quem o escritor era um conhecido detrator. Em poucas páginas, distribuídas em treze capítulos, eis uma bem humorada leitura. Só resta um aviso: cuidado com Bacamarte, foi com dificuldade que consegui escapar do seu hospício..." Leila de Carvalho e Gonçalves
Exemplar 2: 33. ed. 2000 (ANEXO II-853,4,47)
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