Crime na calle Relator ; Sevilha andando / João Cabral de Melo Neto.
Tipo de material:
TextoDetalhes da publicação: Rio de Janeiro : Alfaguara, 2011.Descrição: 219pISBN: - 9788579620799
- 869.1 M528c
| Imagem da capa do livro | Tipo de exemplar | Biblioteca atual | Biblioteca de Origem | Coleção | Localização na estante | Número de chamada | Materiais especificados | Informação do volume | URL | Número do exemplar | Situação | Notas | Devolver até | Código de barras | Reservas do exemplar | Prioridade de reserva do exemplar | Reservas de curso | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Livros
|
Biblioteca Luiz Gonzaga – Campus Garanhuns Literatura | Ficção | 869.1 M528c (Percorrer estante(Abre abaixo)) | ex. 1 | Disponível | 8564269721 | ||||||||||||
Livros
|
Biblioteca Luiz Gonzaga – Campus Garanhuns Literatura | Ficção | 869.1 M528c (Percorrer estante(Abre abaixo)) | ex. 2 | Disponível | 8564269722 | ||||||||||||
Livros
|
Biblioteca Luiz Gonzaga – Campus Garanhuns Literatura | Ficção | 869.1 M528c (Percorrer estante(Abre abaixo)) | ex. 3 | Disponível | 8564269723 |
A poética de um dos maiores escritores brasileiros do século XX se resume nestes dois livros editados num único lançamento - Crime na calle Relator (1987) e Sevilha andando (1989). Nessas duas obras, João Cabral de Melo Neto adota temas distintos sem, no entanto, abandonar o rigor e a forma que o consagraram. Dentre as cidades em que viveu na Espanha - Barcelona, Madri e Sevilha -, é a essa última que o poeta dedica seus últimos trabalhos. Adotando um tom mais lírico, o autor versa sobre as paisagens da cidade, suas ruas e pátios, e principalmente sobre o andar da mulher andaluza, atribuindo à cidade uma figura feminina. Os textos aqui reunidos trazem nos títulos referências a um dos lugares que mais tocaram João Cabral, conforme confessou no poema Autocrítica do livro A escola das facas. Em Sevilha Andando, o poeta deixa de lado sua amada Recife para falar de outra cidade onde morou e se apaixonou, e assim a descreve em "O segredo de Sevilha": "Sevilha é um estado de ser,/ menos que a prosa pede o verso".
Não há comentários sobre este título.