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Olho por olho : os livros secretos da ditadura / Lucas Figueiredo.

Por: Tipo de material: TextoDetalhes da publicação: Rio de Janeiro : Record, 2009.Descrição: 207 p. : il., fotsISBN:
  • 9788501084972
Assunto(s): Classificação Decimal de Dewey:
  • 321.90981 21 F475o
Recursos online:
Sumário: A guerra entre os defensores e os opositores da ditadura militar no Brasil (1964 a 1985) foi longa e suja. O que durante duas décadas não se soube é que o confronto derradeiro mobilizou menos de 40 combatentes de cada lado, foi silencioso ― quase invisível ― e durou 28 anos: de 1979 a 2007. Um conflito que extrapolou, assim, o próprio período da ditadura. A última batalha dessa guerra foi travada por dois livros. Brasil: nunca mais ― a “bíblia” sobre a tortura praticada pelas Forças Armadas ― e o menos conhecido Orvil, a resposta do Exército, sobre a guerrilha e o terrorismo de esquerda. Os bastidores dessa batalha, com detalhes de cortar o fôlego, estão agora reunidos no livro OLHO POR OLHO: OS LIVROS SECRETOS DA DITADURA, do jornalista Lucas Figueiredo. Na obra, Figueiredo ― com três Prêmios Esso de Jornalismo no currículo ― revela toda a tensão dos seis anos de trabalho sigiloso do Brasil: nunca mais. E traz à tona o Orvil, o livro de quase mil páginas que o Exército produziu para rebater o Brasil: nunca mais, mas que nunca foi publicado, tornando-se assim talvez o mais volumoso documento secreto das Forças Armadas. Depois de ter acesso a uma das quinze cópias sigilosas do Orvil, o jornalista constatou um fato impressionante: no livro secreto, o Exército confessa o envolvimento na morte de duas dúzias de presos e desaparecidos políticos. Lucas Figueiredo nasceu em Belo Horizonte em 1968. Trabalhou na Folha de S.Paulo, como repórter e chefe de reportagem, e no Estado de Minas, como repórter especial. Colaborou com O Estado de S.Paulo, o serviço brasileiro da rádio BBC de Londres e as revistas Rolling Stone, Playboy, Caros Amigos, Superinteressante, Revista MTV, Nossa História e Defue Sud (Bélgica), entre outras. Figueiredo recebeu três vezes o Prêmio Esso, o mais importante do jornalismo nacional – em 2007, foi premiado, na categoria Reportagem, com a série de matérias que revelou o conteúdo do Orvil, publicada simultaneamente no Correio Braziliense e no Estado de Minas. O jornalista também foi agraciado com os prêmios Imprensa Embratel e Folha. São de autoria de Figueiredo os livros-reportagem Morcegos negros (2000), Ministério do silêncio (2005) – menção honrosa do Prêmio Vladimir Herzog – e O operador (2006), todos publicados pela Record.
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A guerra entre os defensores e os opositores da ditadura militar no Brasil (1964 a 1985) foi longa e suja. O que durante duas décadas não se soube é que o confronto derradeiro mobilizou menos de 40 combatentes de cada lado, foi silencioso ― quase invisível ― e durou 28 anos: de 1979 a 2007. Um conflito que extrapolou, assim, o próprio período da ditadura. A última batalha dessa guerra foi travada por dois livros. Brasil: nunca mais ― a “bíblia” sobre a tortura praticada pelas Forças Armadas ― e o menos conhecido Orvil, a resposta do Exército, sobre a guerrilha e o terrorismo de esquerda. Os bastidores dessa batalha, com detalhes de cortar o fôlego, estão agora reunidos no livro OLHO POR OLHO: OS LIVROS SECRETOS DA DITADURA, do jornalista Lucas Figueiredo. Na obra, Figueiredo ― com três Prêmios Esso de Jornalismo no currículo ― revela toda a tensão dos seis anos de trabalho sigiloso do Brasil: nunca mais. E traz à tona o Orvil, o livro de quase mil páginas que o Exército produziu para rebater o Brasil: nunca mais, mas que nunca foi publicado, tornando-se assim talvez o mais volumoso documento secreto das Forças Armadas. Depois de ter acesso a uma das quinze cópias sigilosas do Orvil, o jornalista constatou um fato impressionante: no livro secreto, o Exército confessa o envolvimento na morte de duas dúzias de presos e desaparecidos políticos. Lucas Figueiredo nasceu em Belo Horizonte em 1968. Trabalhou na Folha de S.Paulo, como repórter e chefe de reportagem, e no Estado de Minas, como repórter especial. Colaborou com O Estado de S.Paulo, o serviço brasileiro da rádio BBC de Londres e as revistas Rolling Stone, Playboy, Caros Amigos, Superinteressante, Revista MTV, Nossa História e Defue Sud (Bélgica), entre outras. Figueiredo recebeu três vezes o Prêmio Esso, o mais importante do jornalismo nacional – em 2007, foi premiado, na categoria Reportagem, com a série de matérias que revelou o conteúdo do Orvil, publicada simultaneamente no Correio Braziliense e no Estado de Minas. O jornalista também foi agraciado com os prêmios Imprensa Embratel e Folha. São de autoria de Figueiredo os livros-reportagem Morcegos negros (2000), Ministério do silêncio (2005) – menção honrosa do Prêmio Vladimir Herzog – e O operador (2006), todos publicados pela Record.

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