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    <title>bagaceira</title>
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    <namePart>Almeida, Jose Americo de</namePart>
    <namePart type="date">1887-1980</namePart>
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      <placeTerm type="text">Rio de Janeiro</placeTerm>
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    <publisher>J. Olympio</publisher>
    <dateIssued>1995.-</dateIssued>
    <dateIssued encoding="marc">1974</dateIssued>
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    <extent>lxiii, 153 p.: il. -</extent>
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  <abstract>Considerado o marco inicial da segunda fase do Modernismo brasileiro, A bagaceira inaugura o ciclo do “romance nordestino” dos anos 1930. A história se passa entre 1898 e 1915, os dois períodos de seca. O enredo central gira em torno do triângulo amoroso entre Soledade, Lúcio e Dagoberto. Soledade, menina sertaneja, retirante da seca, chega ao engenho de Dagoberto, pai de Lúcio, acompanhada de vários retirantes: Valentim, seu pai, Pirunga, seu irmão de criação, e outros que fugiam da seca. Lúcio e Soledade acabam se apaixonando. Mas a relação entre os dois ganha ares dramáticos quando Dagoberto violenta Soledade e faz dela sua amante. A tragédia de amor serve ao autor, político paraibano, puramente como pretexto para denunciar os problemas sociais econômicos do Nordeste, os dramas dos retirantes das secas e da exploração do homem em um injusto sistema social. Explorando os mesmos temas, o baiano Jorge Amado, a cearense Rachel de Queiroz, o alagoano Graciliano Ramos e o também paraibano José Lins do Rego desenvolveram a mesma literatura ficcional crítica e revolucionária.</abstract>
  <note type="statement of responsibility">José Américo de Almeida. -</note>
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    <topic>Literatura brasileira</topic>
    <topic>Ficção brasileira</topic>
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