02015cam a2200205 a 4500003000900000005001700009008003300026020001800059040002300077082001700100100002500117245007700142250002500219260003700244300001200281520143200293650001801725650004201743650002401785BR-ReIFE20180420134925.0180420g2014 bbl po po por u a9788572443975 aBR-ReIFEcBR-ReIFE0 a401.9bB147l1 aBagno, Marcosd1961-02aA língua de Eulália:bnovela sociolingüística / cMarcos Bagno.- a17. ed. b3ª Reimp. aSão Paulo:bContexto, c2014.- a219 p. 0 aNossa tradição educacional sempre negou a existência de uma pluralidade de normas linguísticas dentro do universo da língua portuguesa; a própria escola não reconhece que a norma padrão culta é apenas uma das muitas variedades possíveis no uso do português e rejeita de forma intolerante qualquer manifestação linguística diferente, tratando muitas vezes os alunos como "deficientes linguísticos". Marcos Bagno argumenta que falar diferente não é falar errado e o que pode parecer erro no português não-padrão tem uma explicação lógica, científica (linguística, histórica, sociológica, psicológica). Para explicar essa problemática, o autor reúne então n' A LÍNGUA DE EULÁLIA as universitárias Vera, Sílvia e a esperta Emília, que vão passar as férias na chácara da professora Irene. Sempre muito dedicada, Irene se reúne todos os dias com as três professoras do curso primário, transformando suas férias numa espécie de atualização pedagógica, em que as "alunas" reciclam seus conhecimentos linguísticos. Mais do que isso, Irene acaba criando um apoio para que as "meninas" passem a encarar de uma nova maneira as variedades não-padrão da língua portuguesa. A novela flui em diálogos deliciosamente informativos. A LÍNGUA DE EULÁLIA trata a sociolinguística como ela deve ser tratada: com seriedade, mas sem sisudez. 4aLinguística 4aLíngua portuguesa xEstudo e ensino 4a Sociolinguística