01149cam a2200193 a 4500003000900000005001700009008003800026020001800064040002300082082001600105100003600121245009600157250001200253260003400265300001100299490004100310520053500351650006900886BR-ReIFE20180810112648.0180810g2003 bbl r 01 po po por u a9788525406484 cBR-ReIFEdBR-ReIFE a869.1bE77m1 a Espanca, Florbela d 1895-1930 2aA mensageira das violetas /cFlorbela Espanca; seleção e edição de Sergio Faraco.-  a1. ed.  aPorto Alegre:bL&PM, c2003.- a75 p.  a(Coleção L&PM Pocket ; vv. 30).3 aFlorbela Espanca (1894-1930), ignorada pela preconceituosa crítica do início do século, é considerada hoje em dia a mais sublime voz feminina da poesia portuguesa de todos os tempos. Seus sonetos são um ousado diário íntimo, onde palpitam as ânsias de uma mulher ardente, a clamar pelas carícias de um amor impossível. O caudal dessa insatisfação veio desembocar na trágica madrugada de seu 36º aniversário, quando a bela e carnal alentejana se calou para sempre, após uma dose excessiva de Veronal. 4a Literatura portuguesaxFicção portuguesaxPoesia portuguesa