01843cam a2200205 a 4500001001200000003001000012005001700022008004100039020001800080040004000098082001700138100003500155245003800190250001200228260003800240300001100278520129400289650002701583650002701610FU001150980BR-RjFGVB20190729161514.0180514s2014 bl r 000 1 por d a9788501067128 aBIBLIODATAbporcBR-ReIFEdBR-ReIFE04a869.3bR175a1 aRamos, Graciliano,d1892-1953.10aAngústia /cGraciliano Ramos. - a69. ed. aRio de Janeiro :bRecord,c2014.- a335 p.3 aA obra foi originalmente publicada no início de agosto de 1936, em circunstâncias muitíssimo incomuns na história da literatura brasileira. Graciliano Ramos, trazido de Maceió no porão de um navio, achava-se preso no Rio de Janeiro, sem culpa formada e sem ser ouvido uma única vez para se defender da acusação pelo qual estava atrás das grades: a suspeita de ser um militante comunista. "Angústia" não se distingue somente por nos evidenciar, a cada parágrafo, a capacidade de observação do autor, o romance também nos chama a atenção pelas qualidades literárias que fizeram dele uma obra única no momento de sua publicação. De origem rural, como quase todo o elenco de personagens do romance, Luís da Silva –protagonista do romance– integra-se com dificuldade à vida urbana. Resiste às suas exigências, mas de vez em quando descobre o quanto há de armadilhas no novo modo de vida. A pobreza o obriga a morar em uma pensão de terceira categoria, e como o salário de ajudante administrativo em uma repartição pública não basta para cobrir as despesas, obriga-se a vender seu pouco talento literário sob a forma de artigos destinados a um jornal, cujo programa é o elogio cotidiano dos políticos da situação. 4aFicção brasileira. 4aLiteratura brasileira.