01714cam a2200205 a 4500001001200000003000900012005001700021008004100038020001800079040004000097082001700137100002900154245006600183260004900249300001100298500007000309520107500379650002701454650002701481UN001360326BR-SpUEP20180601090150.0180601s2005 bl r 000 0 por d a9788535907254 aBIBLIODATAbporcBR-ReIFEdBR-ReIFE04a869.3bS243i1 aSaramago, José,d1922-13aAs intermitências da morte :bromance /cJosé Saramago. - aSão Paulo :bCompanhia das Letras,c2005.- a207 p. aPor desejo do autor, foi mantida a ortografia vigente em Portugal3 aCansada de ser detestada pela humanidade, a Morte resolve suspender suas atividades. De repente, num certo país fabuloso, as pessoas simplesmente param de morrer. E o que no início provoca um verdadeiro clamor patriótico logo se revela um grave problema. Idosos e doentes agonizam em seus leitos sem poder 'passar desta para melhor'. Os empresários do serviço funerário se vêem 'brutalmente desprovidos da sua matéria-prima'. Hospitais e asilos geriátricos enfrentam uma superlotação crônica, que não pára de aumentar. O negócio das companhias de seguros entra em crise. O primeiro-ministro não sabe o que fazer, enquanto o cardeal se desconsola, porque 'sem morte não há ressurreição, e sem ressurreição não há igreja'. Um por um, ficam expostos os vínculos que ligam o Estado, as religiões e o cotidiano à mortalidade comum de todos os cidadãos. Mas, na sua intermitência, a morte pode a qualquer momento retomar os afazeres de sempre. Então, o que vai ser da nação já habituada ao caos da vida eterna? 4aLiteratura portuguesa. 4aFicção portuguesa.