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    <title>Budapeste</title>
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    <namePart>Buarque, Chico</namePart>
    <namePart type="date">1944</namePart>
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      <placeTerm type="text">São Paulo</placeTerm>
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    <publisher>Companhia das Letras</publisher>
    <dateIssued>2003.-</dateIssued>
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    <extent>174 p.</extent>
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  <abstract>Ao concluir a autobiografia romanceada 'O Ginógrafo', a pedido de um bizarro executivo alemão que fez carreira no Rio de Janeiro, José Costa, um ghost-writer de talento fora do comum, se vê diante de um impasse criativo e existencial. Escriba exímio, 'gênio', nas palavras do sócio, que o explora na 'agência cultural' que dividem em Copacabana, Costa, meio sem querer, de mera escrita sob encomenda passa a praticar 'alta literatura'. Também meio sem querer, vai parar em Budapeste, onde buscará a redenção no idioma húngaro, 'segundo as más línguas, a única língua que o diabo respeita'. Narrado em primeira pessoa, combinando alta densidade narrativa com um senso de humor muito particular, 'Budapeste' é a história de um homem exaurido por seu próprio talento, que se vê emparedado entre duas cidades, duas mulheres, dois livros, duas línguas e uma série de outros pares simétricos que conferem ao texto o caráter de espelhamento que permeia todo o romance, e que levaram o professor José Miguel Wisnik a afirmar que se trata de 'um romance do duplo'. Tenso e à vontade, cultivado e coloquial, belo e grotesco, 'Budapeste' traz a perfeição narrativa de 'Estorvo' e 'Benjamim' e confirma Chico Buarque como um dos grandes romancistas brasileiros da atualidade.</abstract>
  <note type="statement of responsibility">Chico Buarque. -</note>
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    <topic>Ficção brasileira</topic>
    <topic>Romance brasileiro</topic>
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    <topic>Literatura brasileira</topic>
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  <identifier type="isbn">9788535904178</identifier>
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