01700cam a2200229 a 4500003000900000005001700009008004100026020001800067040002300085082001500108100003200123245013200155246002700287250001200314260004800326300001200374490002200386520098800408650002201396650001701418700003501435BR-ReIFE20180316192556.0180307g2015 bbl po po por d por d a9788580332155 aBR-ReIFEcBR-ReIFE0 a305bD151e1 aDalrymple, Theodore d1949-00aEm defesa do preconceito:ba necessidade de se ter ideias preconcebidas/cTheodore Dalrymple; tradução Maurício G. Righi21aIn praise of prejudice a1. ed.  aSão Paulo:bÉ Realizações, c2015.- a144 p. 0 aAbertura Cultural3 aNo pensamento atual, ter preconceitos (aceitar ideias como verdadeiras, sem questioná-las) significa ser racista, bitolado e retrógrado (dentre outros adjetivos), quando o ideal seria todos serem livres-pensadores e questionarem tudo que lhes ensinam. Nesse livro, porém, Dalrymple aponta que a verdadeira razão para o surgimento desse ideal de liberdade de pensamento é que não queremos ter nossas ações restritas; desejamos poder fazer o que bem entendemos, quando bem entendemos. Influenciados pelo racionalismo de Descartes e Mill, rejeitamos qualquer autoridade sobre nosso comportamento moral, seja essa autoridade a religião, a história ou as convenções sociais, e isso faz com que percamos importantes reguladores de comportamentos antissociais. Se não nos autopoliciarmos, a lei é a única força que pode conter nossos comportamentos antissociais e os conflitos resultantes – o que muitas vezes faz com que governos se tornem autoritários. 4aDiscriminação 4aPreconceitos1 aRighi, Maurício G.eTradutor