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    <title>Em defesa do preconceito</title>
    <subTitle>a necessidade de se ter ideias preconcebidas</subTitle>
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    <title>In praise of prejudice</title>
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    <namePart>Dalrymple, Theodore</namePart>
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    <namePart>Righi, Maurício G.</namePart>
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      <placeTerm type="text">São Paulo</placeTerm>
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    <publisher>É Realizações</publisher>
    <dateIssued>2015.-</dateIssued>
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    <extent>144 p. </extent>
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  <abstract>No pensamento atual, ter preconceitos (aceitar ideias como verdadeiras, sem questioná-las) significa ser racista, bitolado e retrógrado (dentre outros adjetivos), quando o ideal seria todos serem livres-pensadores e questionarem tudo que lhes ensinam. Nesse livro, porém, Dalrymple aponta que a verdadeira razão para o surgimento desse ideal de liberdade de pensamento é que não queremos ter nossas ações restritas; desejamos poder fazer o que bem entendemos, quando bem entendemos. Influenciados pelo racionalismo de Descartes e Mill, rejeitamos qualquer autoridade sobre nosso comportamento moral, seja essa autoridade a religião, a história ou as convenções sociais, e isso faz com que percamos importantes reguladores de comportamentos antissociais. Se não nos autopoliciarmos, a lei é a única força que pode conter nossos comportamentos antissociais e os conflitos resultantes – o que muitas vezes faz com que governos se tornem autoritários.</abstract>
  <note type="statement of responsibility">Theodore  Dalrymple; tradução Maurício G. Righi</note>
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    <topic>Discriminação</topic>
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    <topic>Preconceitos</topic>
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      <title>Abertura Cultural</title>
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