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    <title>Lisístrata</title>
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    <namePart>Pompeu, Ana Maria César</namePart>
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    <publisher>Hedra</publisher>
    <dateIssued>2010.-</dateIssued>
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    <extent>104 p. </extent>
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  <abstract>Lisístrata foi representada pela primeira vez em 411 a.C., na cidade de Atenas, e tem como mote principal uma hilária greve de sexo feita pelas mulheres gregas sob liderança da personagem cujo nome serve de título à comédia. A greve contesta a então vigente Guerra do Peloponeso (431-404 a.C.) e a comédia é repleta de alusões àquela sociedade. No entanto, não se trata de uma obra datada: o modo como Aristófanes dá voz e cena à singular manifestação feminina torna essa peça, dentre toda sua obra remanescente, uma das mais encenadas e referidas no mundo contemporâneo. Sem dúvida, o sucesso atual de Lisístrata se deve em parte à exposição de temas caros à modernidade, como a luta pela paz e pelos direitos das mulheres. Apesar disso, a peça não é panfletária nem se resume à guerra dos sexos: ainda que a presença de uma heroína cômica (quiçá a primeira do palco grego antigo) hoje não mais surpreenda, é ainda instigante e engraçado o modo como a perspectiva “feminina” denuncia as incongruências entre a guerra e a vida privada. Eis alguns dos aspectos que fazem de Lisístrata uma obra prima do drama universal.</abstract>
  <note type="statement of responsibility">Aristófanes; tradução de Ana Maria César Pompeu.-</note>
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    <topic>Literatura grega</topic>
    <topic>Teatro</topic>
    <topic>Relações de gênero</topic>
    <geographic>Grécia</geographic>
    <geographic>Atenas</geographic>
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  <classification authority="ddc">882 A714L</classification>
  <identifier type="isbn">9788577151561</identifier>
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