01931cam a2200193 a 4500003000900000005001700009008003700026020001800063040002300081082001700104100003400121245006400155250001200219260003300231300001200264490003800276520135300314650007001667BR-ReIFE20210712225210.0180522g1997 bbl r01 po po por d a9788525406873 aBR-ReIFEcBR-ReIFE0 a869.3bA848m1 aAssis, Machado de d1839-190800aMemórias póstumas de Brás Cubas /cMachado de Assis.- a1. ed.  aPorto Alegre:bL&PM,c1997.- a209 p.  a(Coleção L&PM Pocket;vv. 40)3 aMemórias Póstumas de Brás Cubas”, obra publicada em 1881, conta a história daquele que é considerado o maior hipócrita da literatura brasileira: Brás Cubas, personagem tipicamente burguês, sem objetivos e bastante contraditório que resolve escrever sua história depois de morto, tornando-se o primeiro autor defunto da humanidade. A narrativa é marcada pela desordem cronológica, o excesso de transgressões e reflexões – que muitas vezes suspendem a narrativa por muitos capítulos – e a aparente falta de conexão entre os pensamentos do narrador e o que é contado. O romance também é recheado de ironia e bom humor, como recursos para combater verdades absolutas, e pede um leitor bastante atento e desconfiado quanto às afirmações do narrador. Além desses elementos, Machado de Assis lançou mão de outros para criticar a sociedade de sua época, bem como suas filosofias: o Humanitismo, a frágil inteligência de seu narrador e seu espírito mediano. Isso já basta para se perceber que estamos diante de uma obra singular. Por isso, caro leitor, não crie expectativas equivocadas. Leia este romance de coração e cabeça abertos – principalmente cabeça aberta – e encare-o como um manual de filosofia para iniciantes. Mas um manual divertido, muito divertido. Boa leitura! 4a Literatura brasileiraxRomance brasileiroxFicção brasileira