01970cam a2200205 a 4500003000900000005001700009008003700026020001800063040002300081082001700104100003400121245006500155250001200220260004700232300001200279490002800291500003900319520135600358650005001714BR-ReIFE20210712225210.0180521g19uu bbl r01 po po por d a9788575201206 aBR-ReIFEcBR-ReIFE0 a869.3bA848m1 aAssis, Machado de d1839-190800aMemórias póstumas de Brás Cubas /cMachado de Assis.- a1. ed.  aSão Paulo:bCiranda Cultural, c[19--].- a112 p.  a(Literatura brasileira) aInformações retiradas da capa.3 a“Memórias Póstumas de Brás Cubas”, obra publicada em 1881, conta a história daquele que é considerado o maior hipócrita da literatura brasileira: Brás Cubas, personagem tipicamente burguês, sem objetivos e bastante contraditório que resolve escrever sua história depois de morto, tornando-se o primeiro autor defunto da humanidade. A narrativa é marcada pela desordem cronológica, o excesso de transgressões e reflexões – que muitas vezes suspendem a narrativa por muitos capítulos – e a aparente falta de conexão entre os pensamentos do narrador e o que é contado. O romance também é recheado de ironia e bom humor, como recursos para combater verdades absolutas, e pede um leitor bastante atento e desconfiado quanto às afirmações do narrador. Além desses elementos, Machado de Assis lançou mão de outros para criticar a sociedade de sua época, bem como suas filosofias: o Humanitismo, a frágil inteligência de seu narrador e seu espírito mediano. Isso já basta para se perceber que estamos diante de uma obra singular. Por isso, caro leitor, não crie expectativas equivocadas. Leia este romance de coração e cabeça abertos – principalmente cabeça aberta – e encare-o como um manual de filosofia para iniciantes. Mas um manual divertido, muito divertido. Boa leitura! 4a Literatura brasileiraxFicção brasileira