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    <title>estrutura das revoluções científicas</title>
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    <title>The structure of scientific revolutions</title>
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    <namePart>Kuhn, Thomas S.</namePart>
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      <placeTerm type="text">São Paulo</placeTerm>
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    <publisher>Perspectiva</publisher>
    <dateIssued>2013</dateIssued>
    <edition>12. ed.</edition>
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    <extent>323 p.</extent>
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  <abstract>Thomas S. Kuhn iniciou sua carreira universitária como físico teórico. As circunstâncias levaram-no ao estudo da história e a preocupações de natureza filosófica. Trajetória incomum, que este livro de certa forma sintetiza e que explica seu caráter polivalente. Múltiplas áreas, desde as exatas até as humanas, convergem para as agudas análises, que levam o autor, questionando dogmas consagrados, a ver o progresso da ciência não tanto como o acúmulo gradativo de novos dados gnosiológicos, e sim como um processo contraditório marcado pelas revoluções do pensamento científico. Tais revoluções são definidas como o momento de desintegração do tradicional numa disciplina, forçando a comunidade de profissionais a ela ligados a reformular o conjunto de compromissos em que se baseia a prática dessa ciência. Um dos aspectos mais interessantes de A Estrutura das Revoluções Científicas é a análise do papel dos fatores exteriores à ciência na erupção desses momentos de crise e transformação do pensamento científico e da prática correspondente.</abstract>
  <note>Tradução de : The structure of scientific revolutions</note>
  <note>Edição comemorativa dos 50 anos da publicação com ensaio introdutório de Ian Hacking.</note>
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    <topic>Ciência -</topic>
    <topic>Filosofia</topic>
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    <topic>Ciência -</topic>
    <topic>História</topic>
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    <topic>Ciencia e tecnologia</topic>
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    <topic>Revolução científica</topic>
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      <title>Debates ; 115</title>
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  <identifier type="isbn">9788527301114</identifier>
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