01665nam a2200193Ia 4500003000900000005001700009008001300026008004100039020002700080040001300107082001700120100004200137245006100179260003900240300001100279520113000290650002401420650002701444BR-ReIFE20240829184406.0aPortuguês181031s9999 xx gr 000 1|und d a9788581660011 (broch.) cBR-ReIFE 2869.3bG216u1 aGarcia-Roza, Luiz Alfredo,d1936-2020 0aUma janela em Copacabana/ cLuiz Alfredo Garcia-Roza. - aSão Paulo:cClaro Enigma,b2013. a220 p. aCopacabana, Rio de Janeiro. Dois policiais são executados em curto espaço de tempo. Suas mortes têm muito em comum. Ambas as vítimas eram tiras de segundo escalão, com carreiras medíocres. Foram eliminados pelo mesmo homem, um assassino que dispara à queima-roupa e não deixa rastro. O mundo policial entra imediatamente em rebuliço. Quem estaria disposto a correr o risco de sair matando tiras, ainda que inexpressivos? Gente ligada ao tráfico? À própria polícia? Em meio às confusões de seu cotidiano de livros sem estantes e mulheres fugidias, o delegado Espinosa tem poucos elementos para desvendar o caso, mas sabe que quem cometeu os crimes tem uma motivação forte. Se matar um tira não costuma nunca ser um bom negócio, alguém deve ter concluído que eliminar esses dois era uma questão de estrita necessidade - dos riscos, o menor.Percorrendo as ruas de sua geografia predileta, entre os bairros do Leme e de Copacabana, o delegado vai se deparar com outras mortes e com uma mulher enigmática e insinuante, casada com um figurão da área econômica do governo federal. 4aFicção policial 0a Literatura brasileira