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    <title>estrutura das revoluções científicas</title>
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    <title>The structure of scientific revolutions</title>
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    <namePart>Kuhn, Thomas S.</namePart>
    <namePart type="date">1922-1996</namePart>
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    <namePart>Boeira, Beatriz Vianna</namePart>
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    <namePart>Boeira, Nelson</namePart>
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      <placeTerm type="text">São Paulo</placeTerm>
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    <publisher>Perspectiva</publisher>
    <dateIssued>2018</dateIssued>
    <edition>13. ed.</edition>
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    <extent>323 p.</extent>
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  <abstract>Thomas S. Kuhn iniciou sua carreira universitária como físico teórico. As circunstâncias levaram-no ao estudo da história e a preocupações de natureza filosófica. Trajetória incomum, que este livro de certa forma sintetiza e que explica seu caráter polivalente. Múltiplas áreas, desde as exatas até as humanas, convergem para as agudas análises, que levam o autor, questionando dogmas consagrados, a ver o progresso da ciência não tanto como o acúmulo gradativo de novos dados gnosiológicos, e sim como um processo contraditório marcado pelas revoluções do pensamento científico. Tais revoluções são definidas como o momento de desintegração do tradicional numa disciplina, forçando a comunidade de profissionais a ela ligados a reformular o conjunto de compromissos em que se baseia a prática dessa ciência. Um dos aspectos mais interessantes de A Estrutura das Revoluções Científicas é a análise do papel dos fatores exteriores à ciência na erupção desses momentos de crise e transformação do pensamento científico e da prática correspondente.</abstract>
  <note type="statement of responsibility">Thomas S. Kuhn; tradução Beatriz Vianna Boeira e Nelson Boeira.</note>
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    <topic>Ciência</topic>
    <topic>História</topic>
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    <topic>Ciência</topic>
    <topic>Filosofia</topic>
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  <classification authority="ddc">509 K96e</classification>
  <identifier type="isbn">9788527301114</identifier>
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