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    <title>Quando me descobri</title>
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    <title>Quando me descobri negra</title>
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    <namePart>Santana, Bianca</namePart>
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    <namePart>Velasco, Mateu</namePart>
    <namePart type="date">1980-</namePart>
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      <placeTerm type="text">São Paulo</placeTerm>
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    <publisher>SESI-SP Ed.</publisher>
    <dateIssued>2018</dateIssued>
    <edition>2. ed.</edition>
    <issuance>monographic</issuance>
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    <extent>95p. :  il. </extent>
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  <abstract>“Tenho 30 anos, mas sou negra há dez. Antes, era morena.” É com essa afirmação que Bianca Santana inicia uma série de relatos sobre experiências pessoais ou ouvidas de outras mulheres e homens negros. Com uma escrita ágil e visceral, denuncia com lucidez – e sem as armadilhas do discurso do ódio – nosso racismo velado de cada dia, bem brasileiro, de alisamentos no cabelo, opressão policial e profissões subjugadas. Quando me descobri negra fala com sutileza e firmeza de um processo de descoberta inicialmente doloroso e depois libertador. Bianca Santana, através da experiência de si, consegue desvelar um processo contínuo de rompimento de imposições sobre a negritude, de desconstrução de muros colocados à força que impedem um olhar positivo sobre si. Caminhos que aos poucos revelam novas camadas, de um ser ressignificado. "Considero este livro um presente, é algo para se ter sempre às mãos e ir sendo revisitado. Bianca, ao falar de si, fala de nós.” – DJAMILA RIBEIRO colunista da Carta Capital, pesquisadora na área de filosofia política e feminista.</abstract>
  <note type="statement of responsibility">Bianca Santana ; Mateu Velasco, ilustração. </note>
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      <namePart>Santana, Bianca</namePart>
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    <topic> Negros</topic>
    <temporal>Brasil</temporal>
    <topic>Biografia</topic>
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    <topic>Racismo</topic>
    <geographic>Brasil</geographic>
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  <classification authority="ddc">920.72</classification>
  <identifier type="isbn">9788550408026</identifier>
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