<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<mods xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns="http://www.loc.gov/mods/v3" version="3.1" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mods/v3 http://www.loc.gov/standards/mods/v3/mods-3-1.xsd">
  <titleInfo>
    <nonSort>A </nonSort>
    <title>morte e a morte de Quincas Berro D'água</title>
  </titleInfo>
  <name type="personal">
    <namePart>Amado, Jorge</namePart>
    <namePart type="date">1912-2001</namePart>
    <role>
      <roleTerm authority="marcrelator" type="text">creator</roleTerm>
    </role>
  </name>
  <typeOfResource>text</typeOfResource>
  <originInfo>
    <place>
      <placeTerm type="text">São Paulo</placeTerm>
    </place>
    <publisher>Companhia das Letras</publisher>
    <dateIssued>2020</dateIssued>
    <edition>19. reimpr.</edition>
    <issuance>monographic</issuance>
  </originInfo>
  <language>
    <languageTerm authority="iso639-2b" type="code">por</languageTerm>
  </language>
  <physicalDescription>
    <form authority="marcform">print</form>
    <extent>109p., [8]p. de estampas :  il. (algumas col.).</extent>
  </physicalDescription>
  <abstract>"Saí da leitura dessa extraordinária novela [...] com a mesma sensação que tive, e que nunca mais se repetiu, ao ler os grandes romances e novelas dos mestres russos do século XIX", declarou Vinicius de Moraes. Escrita em 1959, esta pequena obra-prima de concisão narrativa e poética é tida por muitos como uma das mais extraordinárias novelas da nossa língua. Numa prosa inebriante, que tangencia o fantástico sem perder o olhar aguçado para as particularidades da sociedade baiana, Jorge Amado narra a história das várias mortes de Joaquim Soares da Cunha, vulgo Quincas Berro Dágua, cidadão exemplar que a certa altura da vida decide abandonar a família e a reputação ilibada para juntar-se à malandragem da cidade. Algum tempo depois, Quincas é encontrado sem vida em seu quarto imundo. Sua envergonhada família tenta restituir-lhe a compostura, vesti-lo e enterrá-lo com decência; mas, no velório, os amigos de copo e farra dão-lhe cachaça, despem-no dos trajes formais e fazem-no voltar a ser o bom e velho Quincas Berro Dágua. Levado ao Pelourinho, o finado Quincas joga capoeira, abraça meretrizes, canta, ri e segue a farra em direção à sua segunda e agora apoteótica morte.</abstract>
  <note type="statement of responsibility">Jorge Amado ; posfácio de Affonso Romano de Sant'Anna.-</note>
  <subject>
    <topic>Ficção brasileira</topic>
  </subject>
  <classification authority="ddc">869.3 A481m</classification>
  <identifier type="isbn">9788535911831</identifier>
  <recordInfo>
    <recordContentSource authority="marcorg"/>
    <recordCreationDate encoding="marc">220504</recordCreationDate>
    <recordChangeDate encoding="iso8601">20231004091157.0</recordChangeDate>
  </recordInfo>
</mods>
