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    <title>Cem anos de solidão</title>
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    <title>Cien años de soledad</title>
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    <namePart>García Márquez, Gabriel</namePart>
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    <namePart>Nepomuceno, Eric</namePart>
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      <placeTerm type="text">São Paulo</placeTerm>
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    <dateIssued>2013</dateIssued>
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    <extent>447 p. : il.</extent>
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  <abstract>“Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o Coronel Aureliano Buendia havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer a fábrica de gelo”... Com essa frase antológica, García Marquéz, Prêmio Nobel de Literatura de 1982, introduz a fantástica Macondo, um vilarejo situado em algum recanto do imaginário caribenho, e a saga dos Buendia, cujo patriarca, Aureliano, fez trinta e duas guerras civis... e perdeu todas. García Marquéz já despontava como um dos mais importantes escritores latino-americanos, no início da década de 1970, quando Cem anos de solidão começou a ganhar público no Brasil. O livro causou enorme impacto. Na época, o continente estava pontilhado de ditaduras. Havia um sentimento geral de opressão e de impotência. Então, essa narrativa em tom quase mítico, em que o tempo perde o caminho, em que os episódios testemunhados e vividos acabam se incorporando às lendas populares, evoca nos leitores uma liberdade imemorial, que não pode ser arrebatada. E tão presente. Tão familiar e necessária. Em Macondo, os mortos envelhecem à vista dos vivos e os anjos chegam, sempre, em dezembro. Entretanto, García Marquéz nunca aceitou que suas narrativas fossem rotuladas como fantasia. Talvez porque isso exilasse Macondo num outro mundo, que nem a solidão ou a liberdade pudessem alcançar. Cem anos de solidão é a mais pura história do povo latino-americano. Mas ultrapassa o momento e expõe a alma dessa história - ou como é vivenciada.</abstract>
  <note type="statement of responsibility">Gabriel García Márques ; tradução de Eric Nepomuceno. -</note>
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    <topic>Literatura colombiana</topic>
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    <topic>Ficção colombiana</topic>
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  <identifier type="isbn">9788501078896</identifier>
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