01892nam a22002774a 4500001001000000003000800010005001700018008004100035020002400076035002400100040003200124041001300156082001400169100003200183240002700215245022100242260004200463300002100505490003300526500003200559500002100591504002500612520091800637650003301555700002601588000096540BR-RjBN20230522122407.0040106s2003 spb 001 0 por d a8533619189 (broch.) a2004010616102320med aBrbporcBR-ReIFEdBR-ReIFE1 aporhfre04a194.92211 aBarthes, Roland,d1915-198003aLe neutrelPortuguês10aO neutro:banotações de aulas e seminários ministrados no Collège de France, 1977-1978 /cRoland Barthes ; texto estabelecido, anotado e apresentado por Thomas Clerc ; tradução Ivone Castilho Benedetti. - aSão Paulo :bMartins Fontes,c2003. a444p. ;c19cm. - a(Coleção Roland Barthes) aTradução de: Le neutre. aInclui índice. aInclui bibliografia. aÉ natural que a semiologia literária se deixe guiar, em suas pesquisas, por categorias implantadas pela lingüística. Do Neutro, gênero gramatical, foi inferida uma categoria muito mais geral, para a qual foi mantido o mesmo nome, mas com tendência a observá-la e descrevê-la não mais dentro dos fatos da língua, porém nos do discurso, visto entender-se que essa palavra se aplica a todo sintagma articulado pelo sentido - textos literários, filosóficos, místicos, mas também gestos, comportamentos e condutas codificados pela sociedade, moções interiores do sujeito. Sobre este último ponto, foi lembrado que toda pesquisa, em se tratando pelo menos dos problemas da discursividade, deve assumir sua originalidade fantasmática - as pessoas estudam o que desejam ou o que temem; segundo essa perspectiva, o título autêntico do curso poderia ter sido; O desejo de Neutro. 04aFilosofia modernaySéc. XX1 aClerc, Thomas,d1934-