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    <title>Teatro grego</title>
    <subTitle>tragédia e comédia</subTitle>
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    <namePart>Brandão, Junito de Souza</namePart>
    <namePart type="date">1926-1995</namePart>
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      <placeTerm type="text">Petrópolis, RJ</placeTerm>
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    <publisher>Vozes</publisher>
    <dateIssued>1984</dateIssued>
    <edition>2. ed. -</edition>
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    <extent>114p. ; 21cm.</extent>
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  <abstract>“Se em Ésquilo o teatro é uma teomorfização e suas personagens são mais gigantes que seres humanos, uma vez que sua tragédia é um confronto entre o Hades e o Olimpo; se já em Sófocles, com seu antropocentrismo, observa-se um certo distanciamento, com os deuses agindo pela voz dos Oráculos e dos Adivinhos e a Moira como causa segunda, nota-se, nas peças de Eurípedes uma consciente dessacralização do mito com uma consequente proletarização da tragédia. Das trevas de Elêusis de Ésquilo aos píncaros do Olimpo de Sófocles, a tragédia de Eurípedes desceu para as ruas de Atenas. Moira, a fatalidade cega de Ésquilo, e Lógos, a razão socrática de Sófocles, transmutaram-se em Eurípedes em ÉROS, a força da paixão. Como diz a própria Medeia, vinte e dois séculos antes de Pascal, o coração tem razões que a própria razão desconhece.</abstract>
  <note type="statement of responsibility">Junito de Souza Brandão. -</note>
  <note>Inclui bibliografia.</note>
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    <topic>Teatro grego (Tragédia)</topic>
    <topic>História e crítica</topic>
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    <topic>Teatro grego (Comédia)</topic>
    <topic>História e crítica</topic>
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