02051nam a22002534a 4500001001000000003000800010005001700018008004100035040003200076041001300108082001500121100003100136130003200167245013000199260004200329300001900371500003200390500003200422520125200454650002201706650002401728700002401752700002101776000348534BR-RjBN20230918143613.0230918s1983 bsp 000 1 por u aBrbporcBR-ReIFEdBR-ReIFE1 aporhfre04a843bD555r1 aDiderot, Denis,d1713-17844 a[La religieuselPortuguês12aA religiosa /cDenis Diderot ; tradução de Antônio Bulhões e Miécio Tati ; introdução e notas de Henri Benac. - aSão Paulo :bAbril Cultural,c1983. a197p. ;c23cm. aContem dados biográficos. aTraducao de: La religieuse.3 aDenis Diderot (1713 — 1784) foi um filósofo e escritor francês. Notável durante o iluminismo, é conhecido por ter sido o cofundador, editor chefe e colaborador da Encyclopédie, junto com Jean le Rond d'Alembert, mas uma de suas obras mais marcantes e provocantes foi A Religiosa.Em 1760, Denis Diderot e seus amigos escreveram uma série de cartas ao Marquês de Croismare. As cartas simulavam vir de Suzanne Simonin, uma filha ilegítima forçada a professar os votos religiosos para expiar a culpa da mãe. Tendo escapado do convento, aparentemente queria ajuda do marquês para anular os votos. Em suas cartas, a freira narra os detalhes de seu confinamento forçado, descrevendo seu efeito sobre sua compreensão da religião e da fé. A reputação do romance como um succès de scandalese deve em grande parte à descrição franca e explícita da crueldade predominante nas instituições monásticas e da descoberta pela narradora do erotismo e da espiritualidade. A obra voltou a excitar a opinião pública quando, em 1966, a versão cinematográfica de Jacques Rivette foi proibida durante dois anos. A religiosa, merecidamente, faz parte da famosa coletânea: 1001 LIvros Para Ler Antes de Morrer. 4aRomance Francês 4aFicção francesa1 aTati, Mieciod1913-1 aBulhoes, Antonio