02965nam a2200241 a 4500003000900000005001700009008004100026020001800067040002900085080000900114082001300123100003700136245008000173250002400253260003900277300001100316504006400327505004800391520209500439650006602534650006702600651005602667BR-ReIFE20240614154429.0100524s2010 bl 000 0 por d a9788511130164 aBR-BrCLDFbporcBR-ReIFE a909  222a909 1 aPrado Júnior, Caio,d1907-199010aFormação do Brasil contemporâneo :bcolônia /cCaio Prado Júnior. a23. ed., 13. reimp. aSão Paulo :bBrasiliense,c2010. a390 p. aInclui notas explicativas, bibliográficas e bibliografia.2 aPovoamento -- Vida material -- Vida social. aFormação do Brasil contemporâneo é dos textos mais influentes sobre as relações entre nação e colônia no processo histórico que originou o Brasil. E é a ele, sobretudo, que Caio Prado Jr. deve seu lugar como grande intérprete do país. Marxista e militante ligado ao Partido Comunista Brasileiro (PCB), o autor não via, porém, o materialismo histórico como um conjunto de fórmulas a serem aplicadas, sem mediações históricas e analíticas, a qualquer realidade. Isso o levou, aguçado por uma grande sensibilidade em relação ao Brasil, desenvolvida também nas muitas viagens que fez pelo país e pelo gosto em fotografá-lo, a promover uma verdadeira “nacionalização do marxismo”. Publicado em 1942, Formação do Brasil contemporâneo é um clássico do pensamento social e da historiografia brasileira que vem mobilizando estudiosos e atores políticos, seja para aceitar suas teses, problematizá-las ou mesmo rejeitá-las. Como poucos, o livro conseguiu formar nossa visão das origens coloniais do Brasil e do seu legado à nação. Divergindo daqueles que entendiam o período colonial em termos equivalentes ao feudalismo na Europa, Caio Prado Jr. o situa no processo de expansão ultramarina europeia resultante do capitalismo mercantil. Explicação tão bem-sucedida que dificilmente alguém acreditaria hoje num passado feudal brasileiro. Mas este livro é um clássico também pelo que nos permite entender de certos desafios tenazes, ainda hoje abertos à sociedade. Sua tese fundamental é a de “sentido da colonização”, que expressa a reiteração, mesmo após a nossa independência política, do papel do Brasil como fornecedor de produtos primários demandados pelo mercado externo. Apesar das mudanças em curso desde então, e das novas configurações da cada vez mais complexa dialética entre centro e periferia, talvez bastasse constatar a importância no Brasil de hoje das commodities agrícolas e minerais para sugerir a atualidade da análise central do livro. 4aCondições sociaiszBrasilyPeríodo Colonial (1500-1822) 4aHistória econômicazBrasilyPeríodo Colonial (1500-1822) 4aBrasilxhistóriayPeríodo Colonial (1500-1822).