01294nam a22001817a 4500003000900000005001700009007000200026008004100028040003300069041001300102082001700115100003600132245004600168260003400214300001100248520084200259650001101101BR-ReIFE20250211163828.0 230929b200_ |||||||| |||| 00| 0 por d aBR-ReIFEcBR-ReIFEdBR-ReIFE aporhpor a869.2bV632a11aVicente, Gil dca. 1465-ca.1536 3aAuto da Barca do Inferno /cGil Vicente.  aSão Paulo:bClick,c[1997]. a111 p.3 aEsta peça teatral de Gil Vicente, o primeiro dramaturgo lusitano, uma alegoria de duas barcas – uma que segue para o Inferno, outra, para o Paraíso – satiriza os tipos sociais de Portugal. Uma encenação do século XVI, em um país que alargava seus horizontes em direção à América e ensaiava sua transição da Idade Média para o Renascimento. Em cena, o Diabo e o Anjo julgam as almas daqueles que tentam embarcar. Entre os julgados estão o Fidalgo, um agiota, um tolo, o Sapateiro, o Frade, uma alcoviteira, o Judeu, o Corregedor, o Procurador, o Enforcado e os cavaleiros. Membros distintos da sociedade e gente simples do povo se equiparam na fuga da barca do Diabo. Poucos escaparão. O Auto da barca do inferno é um clássico do Humanismo Ibérico e uma sátira social que se mostra atemporal.04aTeatro