02140nam a22002774a 4500001001000000003000800010005001700018007000300035008004100038020002800079040002600107041001300133043001200146082001900158100002000177240004500197245020200242250001300444260003500457300003300492500004900525520120200574650002801776700002901804700002901833001736579BR-RjBN20250825100041.0ta191107s2019 bl a g 000 f por  a9788542215694q(broch.) aBR-RjBNbporcBR-RjBN1 aporheng au-nz---04223a823bM876t aMorris, Heather14aThe tattooist of Auschwitz.lPortuguês12aO tatuador de Auschwitz :bbaseado na história real de um amor que desafiou os horrores dos campos de concentração /cHeather Morris ; tradução Carolina Caires Coelho e Petê Rissatti. - a2. ed. - aSão Paulo :bPlaneta,c2021. a236, [2] p. :bil. ;c23 cm. aTradução de: The tattooist of Auschwitz. aNesse romance histórico, um testemunho da coragem daqueles que ousaram enfrentar o sistema da Alemanha nazista, o leitor será conduzido pelos horrores vividos dentro dos campos de concentração da Alemanha nazista e verá que o amor não pode ser limitado por muros e cercas. Lale Sokolov e Gita Fuhrmannova, dois judeus eslovacos, se conheceram em um dos mais terríveis lugares que a humanidade já viu: o campo de concentração e extermínio de Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial. No campo, Lale foi incumbido de tatuar os números de série dos prisioneiros que chegavam, trazidos pelos nazistas – literalmente marcando na pele das vítimas o que se tornaria um grande símbolo do Holocausto. Ainda que fosse acusado de compactuar com os carcereiros, Lale, no entanto, aproveitava sua posição privilegiada para ajudar outros prisioneiros, trocando joias e dinheiro por comida para mantê-los vivos e designando funções administrativas para poupar seus companheiros do trabalho braçal do campo. Nesse ambiente, feito para destruir tudo o que nele tocasse, Lale e Gita viveram um amor proibido, permitindo-se viver mesmo sabendo que a morte era iminente.00aFicção neozelandesa1 aCoelho, Carolina Caires 1 aRissatti, Petê,d1979-