01831nam a2200193 a 4500003000900000005001700009008004100026020001800067040003300085082001700118100003700135245004300172250001100215260003800226300001100264520130900275650002701584650002601611BR-ReIFE20250506091934.0250506s20222011spb |||gr|||| 000 1 por d a9786556122557 aBR-ReIFEcBR-ReIFEdBR-ReIFE0 a869.3bR343p1 aRego, José Lins do,d1901-195710aPedra bonita/ cJosé Lins do Rego. - a16.ed. aSão Paulo, SP:bGlobal, c2022. a319 p. aPublicado pela primeira vez em 1938, seis anos após o lançamento de Menino de Engenho (sua obra de estreia), Pedra Bonita dá início ao que ficou conhecido como o Ciclo do Cangaço nas narrativas de José Lins do Rego. Se nas obras que compõem o Ciclo da Cana-de-Açúcar (Menino de Engenho, Doidinho, Banguê, Usina e Fogo Morto) Zé Lins mostrou um Brasil em transição e declínio, com o fim dos engenhos de açúcar tradicionais e a chegada das máquinas, aqui ele explora um Nordeste profundamente marcado pela seca e pelo movimento do cangaço, no qual o próprio presenciou no começo da sua infância. Para isso, ele usa os mesmos recursos narrativos e explora personagens complexos, que são sempre profundamente marcados pelo pano de fundo social no qual estão inseridos. O protagonista da obra é Antônio Bento, também conhecido como Bentinho, uma criança que, por causa da seca, é deixado pela mãe aos cuidados do tio, o padre Amâncio. Os dois vivem na Vila do Açu, que fica bem próximo a Pedra Bonita, lugar onde ele nasceu. Tentando passar um pouco dos seus ensinamentos para o sobrinho, Amâncio coloca Bentinho em um seminário, onde ele acaba sendo mal visto por causa do local do seu nascimento e envolvimento do seu irmão no cangaço.04a Literatura brasileira04aFicção brasileira