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    <title>cortiço</title>
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    <namePart>Azevedo, Aluísio</namePart>
    <namePart type="date">1857-1913</namePart>
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    <publisher>Via Leitura</publisher>
    <dateIssued>c 2015</dateIssued>
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    <extent>222 p.</extent>
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  <abstract>Publicado em 1890, O Cortiço põe olhos sobre os marginalizados: lavadeiras, trabalhadores braçais, malandros e viúvas pobres. Esses tipos são guiados pelos instintos, vícios e sexo, determinados pelo meio miserável em que vivem. O olhar darwinista de Aluísio Azevedo posicionou o romance como a expressão máxima do Naturalismo na literatura brasileira. No Rio de Janeiro do século XIX, o ambicioso português João Romão põe em prática seu plano de riqueza. Com trabalho duro, avareza e desonestidade, levanta um conjunto de 95 casinhas; o maior cortiço da região. A vida não tarda a brotar desse chão, fervilhante. Um organismo autônomo formado por aquela gente amontoada em cubículos, em busca da sobrevivência. O Cortiço é um retrato das mazelas sociais que atingiam a capital do Império, sob a visão cientificista de um escritor que levou ao extremo a estética realista da época. Uma obra que continua atual, tanto em sua temática quanto em sua linguagem.</abstract>
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  <note type="statement of responsibility">Aluísio Azevedo. -</note>
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    <topic> Literatura brasileira</topic>
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  <identifier type="isbn">9788567097190</identifier>
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