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    <title>Preconceito linguístico</title>
    <subTitle>o que é, como se faz</subTitle>
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    <namePart>Bagno, Marcos</namePart>
    <namePart type="date">1961-</namePart>
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      <placeTerm type="text">São Paulo</placeTerm>
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    <publisher>Loyola</publisher>
    <dateIssued>2011</dateIssued>
    <edition>54. ed.</edition>
    <issuance>monographic</issuance>
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    <extent>221 p.</extent>
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  <abstract>O preconceito, seja ele de que natureza for, é uma crença pessoal, uma postura individual diante do outro. Qualquer pessoa pode achar que um modo de falar é mais bonito, mais feio, mais elegante, mais rude do que outro. No entanto, quando essa postura se transforma em atitude, ela se torna discriminação e esta tem de ser alvo de denúncia e de combate. No caso da língua, é imprescindível que toda cidadã e todo cidadão que frequenta a escola (pública ou privada) receba uma educação linguística crítica e bem informada, na qual se mostre que todos os seres humanos são dotados das mesmíssimas capacidades cognitivas e que todas as línguas e variedades linguísticas são instrumentos perfeitos para dar conta de expressar e construir a experiência humana neste mundo. “A contundência e a radicalidade com que Bagno costuma expor suas críticas (frequentemente em meios de ampla difusão) fizeram dele uma personalidade extremamente polêmica, que conquista adesões entusiastas e ódios incondicionais. Trata-se de um linguista combativo, de todo afastado do modelo do acadêmico supostamente neutro. Bagno toma partido abertamente, convencido de que esta é a única maneira honesta de contribuir para o conhecimento”, Pere Comellas Casanova Universidade de Barcelona.</abstract>
  <note type="statement of responsibility">Marcos Bagno.</note>
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    <topic>Língua portuguesa</topic>
    <geographic>Brasil</geographic>
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    <topic>Linguística</topic>
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  <identifier type="isbn">9788515018895</identifier>
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