<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<mods xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns="http://www.loc.gov/mods/v3" version="3.1" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mods/v3 http://www.loc.gov/standards/mods/v3/mods-3-1.xsd">
  <titleInfo>
    <title>Memórias póstumas de Brás Cubas</title>
  </titleInfo>
  <name type="personal">
    <namePart>Assis, Machado de</namePart>
    <namePart type="date">1839-1908</namePart>
    <role>
      <roleTerm authority="marcrelator" type="text">creator</roleTerm>
    </role>
  </name>
  <typeOfResource>text</typeOfResource>
  <originInfo>
    <place>
      <placeTerm type="code" authority="marccountry">spb</placeTerm>
    </place>
    <place>
      <placeTerm type="text">São Paulo</placeTerm>
    </place>
    <publisher>Ciranda Cultural</publisher>
    <dateIssued>2007</dateIssued>
    <issuance>monographic</issuance>
  </originInfo>
  <language>
    <languageTerm authority="iso639-2b" type="code">por</languageTerm>
  </language>
  <physicalDescription>
    <extent>159p.</extent>
  </physicalDescription>
  <abstract>Memórias Póstumas de Brás Cubas, obra publicada em 1881, conta a história daquele que é considerado o maior hipócrita da literatura brasileira: Brás Cubas, personagem tipicamente burguês, sem objetivos e bastante contraditório, que resolve escrever sua história depois de morto, tornando-se o primeiro autor defunto da humanidade. A narrativa é marcada pela desordem cronológica, o excesso de transgressões e reflexões – que, muitas vezes, suspendem a narrativa por muitos capítulos – e a aparente falta de conexão entre os pensamentos do narrador e o que é contado. O romance também é recheado de ironia e bom humor, como recursos para combater verdades absolutas, e pede um leitor bastante atento e desconfiado quanto às afirmações do narrador. Além desses elementos, Machado de Assis lançou mão de outros para criticar a sociedade de sua época, bem como suas filosofias: o Humanitismo, a frágil inteligência de seu narrador e seu espírito mediano. Isso já basta para se perceber que estamos diante de uma obra singular.</abstract>
  <note type="statement of responsibility">Machado de Assis. </note>
  <subject>
    <topic>Ficção brasileira</topic>
  </subject>
  <classification authority="ddc">869.3 A848m</classification>
  <identifier type="isbn">9788538005971</identifier>
  <recordInfo>
    <recordContentSource authority="marcorg">BR-ReIFE</recordContentSource>
    <recordCreationDate encoding="marc">200715</recordCreationDate>
    <recordChangeDate encoding="iso8601">20220601111600.0</recordChangeDate>
  </recordInfo>
</mods>
