01667cam a2200181 a 4500003000900000005001700009008004100026020001800067040003300085082001700118100003400135245006300169260007600232300001000308490004900318520109200367650002601459BR-ReIFE20220601113920.0200713b1988 cl ||||r|||| 00| 0 por u a9788598610115 aBR-ReIFEcBR-ReIFEdBR-ReIFE04a869.3bA848m aAssis, Machado de d1839-190810aMemórias póstumas de Brás Cubas /cMachado de Assis. aSantiago, Chile :bSociedade Comercial y Editorial Santiago LDA,c1988. a125p. a(Biblioteca de ouro da literatura universal)3 aMemórias Póstumas de Brás Cubas, obra publicada em 1881, conta a história daquele que é considerado o maior hipócrita da literatura brasileira: Brás Cubas, personagem tipicamente burguês, sem objetivos e bastante contraditório, que resolve escrever sua história depois de morto, tornando-se o primeiro autor defunto da humanidade. A narrativa é marcada pela desordem cronológica, o excesso de transgressões e reflexões – que, muitas vezes, suspendem a narrativa por muitos capítulos – e a aparente falta de conexão entre os pensamentos do narrador e o que é contado. O romance também é recheado de ironia e bom humor, como recursos para combater verdades absolutas, e pede um leitor bastante atento e desconfiado quanto às afirmações do narrador. Além desses elementos, Machado de Assis lançou mão de outros para criticar a sociedade de sua época, bem como suas filosofias: o Humanitismo, a frágil inteligência de seu narrador e seu espírito mediano. Isso já basta para se perceber que estamos diante de uma obra singular. 04aFicção brasileira