Leaves of grass = Folhas de relva / Walt Whitman ; tradução e posfácio de Rodrigo Garcia Lopes. -
Tipo de material:
TextoIdioma: Português Idioma original: ing Detalhes da publicação: São Paulo : Iluminuras, 2009.Edição: 1.edDescrição: 319ISBN: - 8573212411 (broch.)
- 811
| Imagem da capa do livro | Tipo de exemplar | Biblioteca atual | Biblioteca de Origem | Coleção | Localização na estante | Número de chamada | Materiais especificados | Informação do volume | URL | Número do exemplar | Situação | Notas | Devolver até | Código de barras | Reservas do exemplar | Prioridade de reserva do exemplar | Reservas de curso | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Livros
|
Biblioteca – Campus Pesqueira Literatura | Ficção | 811 W615l (Percorrer estante(Abre abaixo)) | ex.1 | Disponível | 8564153793 |
A primeira edição de Leaves of grass = folhas de relva é de 1855.
Edição bilíngue.
Em 31 de maio de 2019 foram comemorados os duzentos anos do nascimento de Walt Whitman: o poeta da democracia, do humanismo, do amor e verso livres, do otimismo e da liberdade. Seu bicentenário de nascimento será celebrado numa série de eventos pelo planeta: exposições, conferências, simpósios, festivais de literatura, música e arte, peças teatrais, lançamentos e novas edições de livros. Whitman, que também foi jornalista, romancista, ensaísta e carpinteiro, causou uma revolução na poesia norte-americana e mundial com seu Leaves of Grass. Marco da poesia moderna, sua influência foi e é sentida dentro e fora dos Estados Unidos, em várias gerações de poetas, escritores, artistas e pensadores das mais diversas áreas. Leaves of Grass pode ser visto como um grande épico da democracia.
No segundo semestre de 2005, de forma pioneira, a editora Iluminuras lançava Folhas de Relva. Foi a primeira vez que Whitman teve um livro integral, bilíngue, publicado no Brasil. Escolheu-se, nesse caso, a clássica e revolucionária primeira edição, de 1855, que então comemorava 150 anos de publicação. É nela que Whitman exibe sua potência de linguagem e visão pela primeira vez, em que assistimos o frescor e a versatilidade do verso livre sendo inaugurado. É exatamente a edição que levou o filósofo Ralph Waldo Emerson, o principal intelectual e escritor americano de sua época, a saudar, semanas depois do lançamento, como “a mais extraordinária obra de engenho e sabedoria que a América já produziu”.
Não há comentários sobre este título.