Em defesa do preconceito: a necessidade de se ter ideias preconcebidas/ Theodore Dalrymple; tradução Maurício G. Righi
Tipo de material:
TextoSérie: Abertura CulturalDetalhes da publicação: São Paulo: É Realizações, 2015.-Edição: 1. edDescrição: 144 pISBN: - 9788580332155
- In praise of prejudice
- 305 D151e
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Livros
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Biblioteca Clarice Lispector- IFPE Campus Paulista Acervo geral | Não-ficção | 305 D151e (Percorrer estante(Abre abaixo)) | ex.1 | Disponível | 8564238217 |
No pensamento atual, ter preconceitos (aceitar ideias como verdadeiras, sem questioná-las) significa ser racista, bitolado e retrógrado (dentre outros adjetivos), quando o ideal seria todos serem livres-pensadores e questionarem tudo que lhes ensinam. Nesse livro, porém, Dalrymple aponta que a verdadeira razão para o surgimento desse ideal de liberdade de pensamento é que não queremos ter nossas ações restritas; desejamos poder fazer o que bem entendemos, quando bem entendemos. Influenciados pelo racionalismo de Descartes e Mill, rejeitamos qualquer autoridade sobre nosso comportamento moral, seja essa autoridade a religião, a história ou as convenções sociais, e isso faz com que percamos importantes reguladores de comportamentos antissociais. Se não nos autopoliciarmos, a lei é a única força que pode conter nossos comportamentos antissociais e os conflitos resultantes – o que muitas vezes faz com que governos se tornem autoritários.
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