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As lendas urbanas da morte / Ernani ssó; Supevisão: Bábara Alves de Carvalho; Ilustrações Rodrigo Rosa . —

Por: Colaborador(es): Tipo de material: TextoIdioma: Português Série: ( Leitura em todos os cantos: PRONAC ; 18 )Detalhes da publicação: São Paulo : Fundação Drina Nowill para cegos, 2021.Edição: Braille e em fonte ampliadaDescrição: 128p. : BrailleISBN:
  • 978859623936
Assunto(s): Classificação Decimal de Dewey:
  • 658.3 S774l
Sumário: Ernani escreveu treze contos em que a protagonista é a Morte. Não aquela das lendas antigas, mas a Morte que vive nas grandes cidades... ainda que continue usando a velha gadanha e a capa preta. Já que não dá para fugir da Morte, que tal conhecê-la um pouco melhor? A Morte ainda é um esqueleto? Ainda anda vestida de preto e nunca senta? Sim, exatamente como nas lendas antigas. E o pior é que ela continua pontual e não se deixa enganar por ninguém. Ernani só viu a Morte de perto, mas não lhe perguntou nada. Ele sabe que ela nunca responde. Teve de descobrir suas lendas por aí, ouvindo atrás das portas, espiando no buraco de fechaduras, lembrando-se de sonhos e pesadelos, lendo notinhas na internet. Em As Lendas Urbanas da Morte, você marca treze encontros com a Morte, em contos que se passam em grandes cidades - no aeroporto, no trânsito, no hospital ou no zoológico. São encontros terríveis, mas sempre cômicos. Você verá que ela é bem esquisitona, mas não é de meter medo, não.
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Livro em Braille e em fonte ampliada,composto por 2 volumes.

Edição em Braille do livro impresso publicado em 2015.

Ernani escreveu treze contos em que a protagonista é a Morte. Não aquela das lendas antigas, mas a Morte que vive nas grandes cidades... ainda que continue usando a velha gadanha e a capa preta. Já que não dá para fugir da Morte, que tal conhecê-la um pouco melhor? A Morte ainda é um esqueleto? Ainda anda vestida de preto e nunca senta? Sim, exatamente como nas lendas antigas. E o pior é que ela continua pontual e não se deixa enganar por ninguém. Ernani só viu a Morte de perto, mas não lhe perguntou nada. Ele sabe que ela nunca responde. Teve de descobrir suas lendas por aí, ouvindo atrás das portas, espiando no buraco de fechaduras, lembrando-se de sonhos e pesadelos, lendo notinhas na internet. Em As Lendas Urbanas da Morte, você marca treze encontros com a Morte, em contos que se passam em grandes cidades - no aeroporto, no trânsito, no hospital ou no zoológico. São encontros terríveis, mas sempre cômicos. Você verá que ela é bem esquisitona, mas não é de meter medo, não.

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