Raspando o tacho : comida e cangaço : relações etnogastronômicas entre nômades e sedentários nos sertões nordestinos (1922-1938) / Adriano Marcena ; ilustrações, Carlos Newton Júnior.
Tipo de material:
TextoEditora: Recife : Funcultura, 2015Descrição: 105 p. : color. il. ; 22 cm + 1 disco de áudio (Aproximadamente 201 min. ; 4 3/4 in.)Tipo de conteúdo: - text
- unmediated
- volume
- 9788590961352
- 8590961354
- 641.01309 23
- GT2853.B6 M38 2015
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Livros
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Biblioteca Alcides do Nascimento Lins - IFPE Campus Cabo de Santo Agostinho Acervo geral | Não-ficção | 641.01309 M314r (Percorrer estante(Abre abaixo)) | Ex. 1 | Consulta local | 8564210792 | ||||||||||||
Livros
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Biblioteca Alcides do Nascimento Lins - IFPE Campus Cabo de Santo Agostinho Acervo geral | Não-ficção | 641.01309 M314r (Percorrer estante(Abre abaixo)) | Ex. 2 | Disponível | 8564210793 |
DLC
Inclui referências bibliográficas (p. 97-101).
Nas pegadas do cangaço -- Com os pés no chão ... pelo mundo -- Etnogastronomia : comida como resistência -- Raspando o tacho.
O livro aborda estudo inédito na história da alimentação brasileira. Desta vez, a publicação do historiador mergulha no universo nômade do cangaço para discutir as principais características da ‘munição de boca’ usada pelos cangaceiros. É sabido que o nomadismo cangaceiro se dava dentro de uma sociedade sedentária (sertão nordestino) em meio à complexa rede de interesses socioeconômicos que envolviam os atores sociais. Como os cangaceiros se relacionavam com a comida e a bebida em suas andanças? Com ilustrações de Carlos Newton Júnior, a publicação concentra suas atenções na interface entre cangaço – especificamente o bando de Lampião – e as comidas e as bebidas, tendo como norteador teórico a etnogastronomia, entendida como práticas alimentares com características próprias de um povo ou comunidade, desenvolvidas com intencionalidade relacionada a processos educativos de tradição e resistência, e que permitem a patrimonialização do ato de comer entre os comensais. Tal exercício permitiu ao autor perceber o ato de comer como patrimônio, tanto entre sertanejos sedentários quanto as extensões vestigiais que escorreram pelos tachos andarilhos do cangaço.
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