000 01224cam a2200229 a 4500
999 _c1176
_d1176
003 BR-ReIFE
005 20180810112648.0
008 180810g2003 bbl r 01 po po por u
020 _a9788525406484
040 _cBR-ReIFE
_dBR-ReIFE
082 _a869.1
_bE77m
090 _a869.1
_bE77m
_c1. ed.
100 1 _a Espanca, Florbela
_9578
_d 1895-1930
245 2 _aA mensageira das violetas /
_cFlorbela Espanca; seleção e edição de Sergio Faraco.-
250 _a1. ed.
260 _aPorto Alegre:
_bL&PM,
_c2003.-
300 _a75 p.
490 _a(Coleção L&PM Pocket ;
_vv. 30).
520 3 _aFlorbela Espanca (1894-1930), ignorada pela preconceituosa crítica do início do século, é considerada hoje em dia a mais sublime voz feminina da poesia portuguesa de todos os tempos. Seus sonetos são um ousado diário íntimo, onde palpitam as ânsias de uma mulher ardente, a clamar pelas carícias de um amor impossível. O caudal dessa insatisfação veio desembocar na trágica madrugada de seu 36º aniversário, quando a bela e carnal alentejana se calou para sempre, após uma dose excessiva de Veronal.
650 4 _9454
_a Literatura portuguesa
_xFicção portuguesa
_xPoesia portuguesa
942 _2ddc
_cLV