000 01895cam a2200241 a 4500
999 _c1213
_d1213
001 FU001150980
003 BR-RjFGVB
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020 _a9788501067128
040 _aBIBLIODATA
_bpor
_cBR-ReIFE
_dBR-ReIFE
082 0 4 _a869.3
_bR175a
090 _a869.3
_bR175a
_c69 ed.
100 1 _aRamos, Graciliano,
_d1892-1953.
245 1 0 _aAngústia /
_cGraciliano Ramos. -
250 _a69. ed.
260 _aRio de Janeiro :
_bRecord,
_c2014.-
300 _a335 p.
520 3 _aA obra foi originalmente publicada no início de agosto de 1936, em circunstâncias muitíssimo incomuns na história da literatura brasileira. Graciliano Ramos, trazido de Maceió no porão de um navio, achava-se preso no Rio de Janeiro, sem culpa formada e sem ser ouvido uma única vez para se defender da acusação pelo qual estava atrás das grades: a suspeita de ser um militante comunista. "Angústia" não se distingue somente por nos evidenciar, a cada parágrafo, a capacidade de observação do autor, o romance também nos chama a atenção pelas qualidades literárias que fizeram dele uma obra única no momento de sua publicação. De origem rural, como quase todo o elenco de personagens do romance, Luís da Silva –protagonista do romance– integra-se com dificuldade à vida urbana. Resiste às suas exigências, mas de vez em quando descobre o quanto há de armadilhas no novo modo de vida. A pobreza o obriga a morar em uma pensão de terceira categoria, e como o salário de ajudante administrativo em uma repartição pública não basta para cobrir as despesas, obriga-se a vender seu pouco talento literário sob a forma de artigos destinados a um jornal, cujo programa é o elogio cotidiano dos políticos da situação.
650 4 _aFicção brasileira.
650 4 _aLiteratura brasileira.
942 _2ddc
_cLV