000 cam a22 4500
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_d1231
001 UN001837602
003 BR-ReIFE
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040 _aBIBLIODATA
_bpor
_cBR-ReIFE
_dBR-ReIFE
082 0 4 _a869.1
_bP475a
090 _a869.1
_bP475a
_c2. ed.
100 1 _aPessoa, Fernando,
_d1888-1935.
245 1 0 _aAntologia poética de Fernando Pessoa /
_cintrodução e seleção de Walmir Ayala. -
250 _a2. ed.
260 _aSão Paulo:
_bEdiouro,
_c2001.-
300 _a129 p.:
490 _a(Coleção Prestígio)
520 0 _aEm Fernando Pessoa, especialmente na sua poesia, consuma-se aquele estado ideal de comunicação, pelo qual o leitor passa a ser parte da ação poética, porque o que o poeta diz impregna-se de uma verdade de vida que consiste exatamente em não decretar verdade nenhuma. Já no espantoso fenômeno da invenção dos heterônimos (vários poetas falando pela boca de um só), Fernando Pessoa quis traçar seu mapa do tesouro, cuja paixão consiste na aventura da procura, mais do que no prazer definitivo da descoberta.
650 4 _aPoesia portuguesa -
_xColetânea.
650 4 _aLiteratura portuguesa.
650 4 _aLiteratura portuguesa -
_xPoesia.
700 1 _9477
_a Ayala, Walmir
_eSeleção
942 _2ddc
_cLV