000 cam a22 a 4500
999 _c1250
_d1250
001 UN000752301
003 BR-SpUEP
005 20180522104610.0
008 180522s2003 bl r 000 1 por d
020 _a9788535904178
040 _aBIBLIODATA
_bpor
_cBR-ReIFE
_dBR-ReIFE
082 0 4 _a869.3
_bB917b
090 _a869.3
_bB917b
_c2. ed.
100 1 _aBuarque, Chico,
_d1944.
245 0 0 _aBudapeste :
_bromance /
_cChico Buarque. -
250 _a2. ed. -
260 _aSão Paulo :
_bCompanhia das Letras,
_c2003.-
300 _a174 p.
520 3 _aAo concluir a autobiografia romanceada 'O Ginógrafo', a pedido de um bizarro executivo alemão que fez carreira no Rio de Janeiro, José Costa, um ghost-writer de talento fora do comum, se vê diante de um impasse criativo e existencial. Escriba exímio, 'gênio', nas palavras do sócio, que o explora na 'agência cultural' que dividem em Copacabana, Costa, meio sem querer, de mera escrita sob encomenda passa a praticar 'alta literatura'. Também meio sem querer, vai parar em Budapeste, onde buscará a redenção no idioma húngaro, 'segundo as más línguas, a única língua que o diabo respeita'. Narrado em primeira pessoa, combinando alta densidade narrativa com um senso de humor muito particular, 'Budapeste' é a história de um homem exaurido por seu próprio talento, que se vê emparedado entre duas cidades, duas mulheres, dois livros, duas línguas e uma série de outros pares simétricos que conferem ao texto o caráter de espelhamento que permeia todo o romance, e que levaram o professor José Miguel Wisnik a afirmar que se trata de 'um romance do duplo'. Tenso e à vontade, cultivado e coloquial, belo e grotesco, 'Budapeste' traz a perfeição narrativa de 'Estorvo' e 'Benjamim' e confirma Chico Buarque como um dos grandes romancistas brasileiros da atualidade.
650 4 _aFicção brasileira.
_xRomance brasileiro
650 4 _aLiteratura brasileira.
942 _2ddc
_cLV