000 cam a22 a 4500
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001 UN047642413
003 BR-SpUEP
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040 _aUNESP/BRP
_bpor
_cBR-ReIFE
_dBR-ReIFE
082 0 _a869.3
_bC313c
090 _a869.3
_bC313c
_c1. ed.
100 1 _aCarrascoza, João Anzanello,
_d1962.
245 0 0 _aCaderno de um ausente /
_cJoão Anzanello Carrascoza. -
250 _a1. ed.
260 _aSão Paulo :
_bCosac Naify,
_c2014.-
300 _a126 p.
520 3 _a o narrador desta história, um homem de cinquenta e tantos anos, escreve em um caderno anotações de vida para sua filha recém-nascida, Beatriz. Temeroso de que não acompanhará a maturidade da filha, uma vez que a diferença de idade é muito grande, o homem se põe a narrar a história da família entremeando por impressões filosóficas e poéticas sobre a trajetória de uma vida. A intenção do pai, porém, não é mostrar uma verdade, mas sim a delicadeza- 'e eu só sei, Bia, que, em breve, não estaremos mais aqui, e, enquanto estivermos, eu quero, humildemente, te ensinar umas artes que aprendi, colher a miudeza de cada instante, como se colhe o arroz nos campos, cozinhá-la em fogo brando, e, depois, fazer com ela um banquete'.Mas mesmo essas palavras, que compõem pequenos trechos escritos ao longo do primeiro ano de vida da criança, não são suficientes para satisfazer o pai- 'eu ia te contar o segredo do universo como quem sussurra uma canção de ninar, mas eu não posso, filha, eu só posso te garantir, agora que chegastes, a certeza da despedida'.No texto deste 'caderno', o leitor pode acompanhar também a inquietação do pai, ao longo de um ano, pela saúde da mãe de Bia, que vive doente e requer cuidados tanto quanto a criança.
650 4 _aLiteratura brasileira.
650 4 _aFicção brasileira.
_xRomance brasileiro
942 _2ddc
_cLV