| 000 | cam a22 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 999 |
_c1255 _d1255 |
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| 001 | UN047642413 | ||
| 003 | BR-SpUEP | ||
| 005 | 20180522110927.0 | ||
| 008 | 180522s2014 bl r 000 1dpor d | ||
| 020 | _a9788540506558 | ||
| 035 | _a(BR-RjBN)000954787 | ||
| 040 |
_aUNESP/BRP _bpor _cBR-ReIFE _dBR-ReIFE |
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| 082 | 0 |
_a869.3 _bC313c |
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| 090 |
_a869.3 _bC313c _c1. ed. |
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| 100 | 1 |
_aCarrascoza, João Anzanello, _d1962. |
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| 245 | 0 | 0 |
_aCaderno de um ausente / _cJoão Anzanello Carrascoza. - |
| 250 | _a1. ed. | ||
| 260 |
_aSão Paulo : _bCosac Naify, _c2014.- |
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| 300 | _a126 p. | ||
| 520 | 3 | _a o narrador desta história, um homem de cinquenta e tantos anos, escreve em um caderno anotações de vida para sua filha recém-nascida, Beatriz. Temeroso de que não acompanhará a maturidade da filha, uma vez que a diferença de idade é muito grande, o homem se põe a narrar a história da família entremeando por impressões filosóficas e poéticas sobre a trajetória de uma vida. A intenção do pai, porém, não é mostrar uma verdade, mas sim a delicadeza- 'e eu só sei, Bia, que, em breve, não estaremos mais aqui, e, enquanto estivermos, eu quero, humildemente, te ensinar umas artes que aprendi, colher a miudeza de cada instante, como se colhe o arroz nos campos, cozinhá-la em fogo brando, e, depois, fazer com ela um banquete'.Mas mesmo essas palavras, que compõem pequenos trechos escritos ao longo do primeiro ano de vida da criança, não são suficientes para satisfazer o pai- 'eu ia te contar o segredo do universo como quem sussurra uma canção de ninar, mas eu não posso, filha, eu só posso te garantir, agora que chegastes, a certeza da despedida'.No texto deste 'caderno', o leitor pode acompanhar também a inquietação do pai, ao longo de um ano, pela saúde da mãe de Bia, que vive doente e requer cuidados tanto quanto a criança. | |
| 650 | 4 | _aLiteratura brasileira. | |
| 650 | 4 |
_aFicção brasileira. _xRomance brasileiro |
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| 942 |
_2ddc _cLV |
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