000 cam a22 2a 4500
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_d1264
001 UN003739594
003 BR-ReIFE
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040 _aBIBLIODATA
_bpor
_cBR-ReIFE
_dBR-ReIFE
082 0 4 _a869.6
_bA354c
090 _a869.6
_bA354c
_c1. ed.
100 1 _aAlcoforado, Mariana,
_d1640-1723.
245 1 0 _aCartas portuguesas /
_cMariana Alcoforado. -
250 _a1. ed. -
260 _aPorto Alegre :
_bL&PM,
_c2000.-
300 _a70 p.
490 1 _a(L&PM Pocket ;
_vv. 29)
520 3 _aPublicadas primeiramente em Paris, em 1669, sob autoria anônima, as cinco cartas que o leitor ora tem em mãos são a súmula de um romance malfadado - e um dos mais pungentes documentos de que se tem notícia sobre a solidão, a ansiedade amorosa e a entrega total. Só em 1810 a autoria seria atribuída a Mariana Alcoforado (1640-1723), freira do convento da Nossa Senhora da Conceição, na cidade de Beja, em Portugal. O suposto destinatário era um certo sr. cavalheiro De Chamilly, oficial do exército francês que servia em terras lusas. Tendo merecido a admiração de leitores do quilate de Stendhal, Sainte-Beuve, Rilke e Rousseau, estas ardentes e desesperadas Cartas Potuguesas cativam todos que as lêem; compõem parte fundamental da literatura epistolar ocidental e consagram a radicalidade de Mariana como o exemplo do amor total.
600 1 4 _aAlcoforado, Mariana,
_d1640-1723.
650 4 _aFicção portuguesa.
650 4 _aCartas portuguesas.
650 4 _aCartas portuguesas -
_ySéculo XVIII.
830 0 _a(L&PM Pocket ;
_vv. 29)
942 _2ddc
_cLV