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082 0 4 _a863
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_c88. ed.
100 1 _aGarcía Márquez, Gabriel
_d1928-2014
_9450
245 1 0 _aCem anos de solidão /
_cGabriel García Márques ; tradução de Eric Nepomuceno. -
250 _a88. ed. -
260 _aRio de Janeiro :
_aSão Paulo:
_bRecord,
_c2014.-
300 _a447 p. :
_bil.
520 3 _a“Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o Coronel Aureliano Buendia havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer a fábrica de gelo”... Com essa frase antológica, García Marquéz, Prêmio Nobel de Literatura de 1982, introduz a fantástica Macondo, um vilarejo situado em algum recanto do imaginário caribenho, e a saga dos Buendia, cujo patriarca, Aureliano, fez trinta e duas guerras civis... e perdeu todas. García Marquéz já despontava como um dos mais importantes escritores latino-americanos, no início da década de 1970, quando Cem anos de solidão começou a ganhar público no Brasil. O livro causou enorme impacto. Na época, o continente estava pontilhado de ditaduras. Havia um sentimento geral de opressão e de impotência. Então, essa narrativa em tom quase mítico, em que o tempo perde o caminho, em que os episódios testemunhados e vividos acabam se incorporando às lendas populares, evoca nos leitores uma liberdade imemorial, que não pode ser arrebatada. E tão presente. Tão familiar e necessária. Em Macondo, os mortos envelhecem à vista dos vivos e os anjos chegam, sempre, em dezembro. Entretanto, García Marquéz nunca aceitou que suas narrativas fossem rotuladas como fantasia. Talvez porque isso exilasse Macondo num outro mundo, que nem a solidão ou a liberdade pudessem alcançar. Cem anos de solidão é a mais pura história do povo latino-americano. Mas ultrapassa o momento e expõe a alma dessa história - ou como é vivenciada.
650 4 _aLiteratura colombiana.
650 4 _aFicção colombiana.
700 1 _aNepomuceno, Eric,
_d1948.
_eTradução
740 0 _aCien años de soledad.
942 _2ddc
_cLV