| 000 | 01634cam a2200277 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 999 |
_c1356 _d1356 |
||
| 003 | BR-ReIFE | ||
| 005 | 20200716201330.0 | ||
| 008 | 180308g2006 bbl po po por d por d | ||
| 020 | _a9788572325981 | ||
| 040 |
_aBR-ReIFE _cBR-ReIFE |
||
| 082 | 0 |
_a320 _bH682c |
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| 090 |
_a320 _bH682c _c1. ed. |
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| 100 | 1 |
_aHobbes, Thomas _9138 _d1588-1679 |
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| 245 | 0 | 0 |
_aDo cidadão/ _cThomas Hobbes; tradução Fransmar Costa Lima |
| 246 | 2 | 1 | _aDe Cive |
| 250 | _a1. ed. | ||
| 260 |
_aSão Paulo: _bMartin Claret, _c2006.- |
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| 300 | _a288 p. | ||
| 490 | 0 |
_a(Coleção A obra-prima de cada autor; _v173) |
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| 520 | 3 | _aLivro muito importante para quem quer investigar o porquê de o estado existir, e que teorias o fundamentam. Hobbes é um autor que hoje chamaríamos de heterodoxo, uma vez que ele era a favor de um estado absoluto, e dizia desnecessárias quaisquer tentativas de limitá-lo. Ele não era bobo, seus argumentos são bastante coerentes. Na teoria contratualista, esse livro é tão essencial quanto Leviatã. Hobbes é um clássico, e hoje o assunto do estado, seus limites, sua justificativa, está em pauta cada vez mais. É essencial para qualquer um que quer estar a par desse assunto lê-lo, de preferência suas duas obras principais, Do Cidadão e Leviatã. Nesse livro há alguns erros gramaticais, mas nada que prejudique a leitura. Sua letra é um pouco pequena - afinal, o livro é de bolso - mas também não atrapalha tanto. | |
| 650 | 4 |
_aCiência política _91303 |
|
| 650 | 4 |
_9139 _aDireito natural |
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| 650 | 4 |
_9140 _aAutoridade |
|
| 700 | 1 | 2 |
_9141 _aLima, Fransmar Costa _eTradução |
| 942 |
_2ddc _cLV |
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