| 000 | cam a22 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 999 |
_c1362 _d1362 |
||
| 001 | CM001004679 | ||
| 003 | BR-RjFGVB | ||
| 005 | 20180521161552.0 | ||
| 008 | 180521s2005 bl r 000 1 por d | ||
| 020 | _a9780000996657 | ||
| 040 |
_aBIBLIODATA _bpor _cBR-ReIFE _dBR-ReIFE |
||
| 082 | 0 | 4 |
_a869.3 _bA848d |
| 090 |
_a869.3 _bA848d _c9. ed. |
||
| 100 | 1 |
_aAssis, Machado de, _d1839-1908. |
|
| 245 | 0 | 0 |
_aDom Casmurro / _cMachado de Assis. - |
| 250 | _a9. ed. | ||
| 260 |
_aRio de Janeiro: _bRecord, _c2005.- |
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| 300 | _a271 p. - | ||
| 520 | 3 | _aÉ narrado em primeira pessoa pelo advogado Bento Santiago, o Bentinho. Já velho, Bentinho passa em revista a sua vida, centrada em seu amor pela mulher Capitolina, a Capitu. Bentinho e Capitu se conhecem ainda crianças e passam a namorar na adolescência, às escondidas. A história de amor transforma-se em pesadelo quando Bentinho, já casado com Capitu, passa a ser perseguido pelo ciúme e pela dúvida, suspeitando que a mulher o tenha traído com seu melhor amigo, Escobar. Fica no ar a pergunta mais clássica da nossa literatura: Capitu traiu Bentinho? Machado não oferece pistas concretas, apenas o relato ambíguo e traiçoeiro do narrador, fruto de sua própria subjetividade. Mesmo assim, ou justamente por isso, a história enfeitiça o leitor e pede para ser decifrada, mesmo por aqueles que sabem que a resposta definitiva nunca será alcançada. | |
| 650 | 4 | _aLiteratura. | |
| 650 | 4 | _aLiteratura brasileira. | |
| 650 | 4 | _aFicção brasileira. | |
| 942 |
_2ddc _cLV |
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