000 cam a22 a 4500
999 _c1372
_d1372
003 BR-ReIFE
005 20180316192556.0
008 180307g2015 bbl po po por d por d
020 _a9788580332155
040 _aBR-ReIFE
_cBR-ReIFE
082 0 _a305
_bD151e
090 _a305
_bD151e
_c1. ed.
100 1 _aDalrymple, Theodore
_9123
_d1949-
245 0 0 _aEm defesa do preconceito:
_ba necessidade de se ter ideias preconcebidas/
_cTheodore Dalrymple; tradução Maurício G. Righi
246 2 1 _aIn praise of prejudice
250 _a1. ed.
260 _aSão Paulo:
_bÉ Realizações,
_c2015.-
300 _a144 p.
490 0 _aAbertura Cultural
520 3 _aNo pensamento atual, ter preconceitos (aceitar ideias como verdadeiras, sem questioná-las) significa ser racista, bitolado e retrógrado (dentre outros adjetivos), quando o ideal seria todos serem livres-pensadores e questionarem tudo que lhes ensinam. Nesse livro, porém, Dalrymple aponta que a verdadeira razão para o surgimento desse ideal de liberdade de pensamento é que não queremos ter nossas ações restritas; desejamos poder fazer o que bem entendemos, quando bem entendemos. Influenciados pelo racionalismo de Descartes e Mill, rejeitamos qualquer autoridade sobre nosso comportamento moral, seja essa autoridade a religião, a história ou as convenções sociais, e isso faz com que percamos importantes reguladores de comportamentos antissociais. Se não nos autopoliciarmos, a lei é a única força que pode conter nossos comportamentos antissociais e os conflitos resultantes – o que muitas vezes faz com que governos se tornem autoritários.
650 4 _9124
_aDiscriminação
650 4 _9125
_aPreconceitos
700 1 _9126
_aRighi, Maurício G.
_eTradutor
942 _2ddc
_cLV