| 000 | cam a22 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 999 |
_c1452 _d1452 |
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| 003 | BR-ReIFE | ||
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| 040 |
_aBR-ReIFE _cBR-ReIFE |
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| 082 | 0 |
_a830 _bR845h |
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| 090 |
_a830 _bR845h _c1. ed. |
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| 100 |
_a Roth, Joseph _9425 _d 1894-1939 |
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| 245 | 1 | 0 |
_aHotel Savoy / _cJoseph Roth; tradução de Silvia Bittencourt.- |
| 250 | _a1. ed. | ||
| 260 |
_aSão Paulo: _bEstação Liberdade, _c2013.- |
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| 300 | _a183 p. | ||
| 520 | 3 | _aComo retomar a vida após anos de guerra? Pois essa parece ser a questão que Joseph Roth tenta responder com a trama de Hotel Savoy, romance de tiro curto narrado por Gabriel Dan, um judeu russo egresso de um campo de concentração na Sibéria. O título refere-se ao hotel, de localização não revelada (pode-se especular a Polônia), onde o personagem se instala em sua jornada de libertação ao fim da Primeira Guerra. O Hotel Savoy é um gigantesco abrigo a reunir os órfãos da guerra, os desterrados feridos pelos cacos do desmoronamento do Império Austro-Húngaro, e os fantasmas, errantes e reais, da Revolução Russa. Pelos olhos de Dan o leitor é apresentado à eclética profusão dos hóspedes-personagens de Roth, cada qual com suas misérias e grandezas — como o tio Phöbus Böhlaug e a dançarina Stasia, por quem Dan nutre sentimentos ambíguos de interesse e rejeição. Com quase mil apartamentos e sob uma estrutura de hospedagem hierarquizada, o hotel sintetiza as transformações sociais e políticas que o entreguerras impunha à Europa. A originalidade de Hotel Savoy, publicado originalmente em 1924, reside na opção de Roth em escrever a história em primeira pessoa, e, ainda assim, esquivando-se do simplismo de evocar as memórias do cárcere de seu protagonista-narrador. Ao contrário: Roth distancia a narrativa da perspectiva individual (pouco é revelado sobre Dan), propondo uma dimensão macro do pós-guerra a partir de ecléticos perfis psicológicos a que se debruça com maestria. Como se a paz só fosse possível como utopia, as pessoas, atônitas, comportam-se como se já não soubessem mais viver num mundo sem conflito. Por isso, parecem fadadas à espera de um salvador — personificado no personagem Bloomfield, um investidor americano — que possa alentar seus destinos. | |
| 650 | 4 |
_9426 _a Literatura austríaca _xRomance austríaco _xFicção |
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| 700 | 1 |
_9427 _a Bittencourt, Silvia _eTradução |
|
| 942 |
_2ddc _cLV |
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